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Quantos Painéis

Quantos Painéis

Simulação de energia solar para casas

Preencha os dados da sua conta de luz e descubra quantos painéis a sua casa precisa, quanto custam e em quanto tempo se pagam.

  • Grátis
  • Sem cadastro
  • Dados da NASA e da ANEEL

Seus dados

Digite o nome e escolha a sua cidade na lista.

Por que escolher na lista?

A cidade vem com o estado, porque existem cidades com o mesmo nome em estados diferentes. Usamos essa localização para buscar os dados de irradiação solar (HSP) da sua região, estimados por satélite.

Lista de municípios: códigos e nomes oficiais do IBGE (a partir do conjunto aberto municipios-brasileiros, licença MIT). Localização: © OpenStreetMap contributors.

Todas as perguntas daqui para baixo estão respondidas numa conta de luz recente. Pegue uma e abra o exemplo abaixo: ele mostra onde fica cada número.

Ver exemplo: onde encontrar esses dados na minha fatura
Exemplo ilustrativo de fatura de energia elétrica, destacando o valor total a pagar, o consumo do mês em kWh, o tipo de ligação da casa e o histórico de consumo dos últimos 12 meses

Letras pequenas? Clique ou toque na imagem para abri-la em tamanho grande.

① e ② são os dois números da seção 1 aqui do formulário: o valor total a pagar (R$) e o consumo daquele mês (kWh). Eles vêm da mesma conta, e é dessa dupla que sai a sua tarifa.

③ é o histórico de consumo dos últimos 12 meses, quase sempre um gráfico de barras na parte de baixo da fatura. É dele que saem os doze valores da seção 2, para a plataforma calcular sua média sem você precisar somar nada.

④ é o tipo de ligação da sua casa, que costuma ficar na parte de cima da fatura, perto do endereço. Ele é opcional, e está na seção 3 aqui do formulário — aquela que você abre clicando em "Deixar o resultado mais preciso". Pode aparecer escrito como "tipo de ligação", "tipo de fornecimento" ou só "ligação", seguido de monofásica, bifásica ou trifásica. Repare que ele está no alto do papel, mas é a última seção do formulário — a numeração segue a ordem das perguntas aqui, não a ordem de leitura da conta.

⑤ são as cobranças que não são energia, que ficam num grupo à parte, como “Outros tributos, produtos e serviços”. A mais comum é a contribuição de iluminação pública, cuja descrição termina em “municipal” ou “distrital”. O valor dela vai no campo opcional da seção 3, somado à taxa de lixo, multa ou juros, se houver.

Este é um exemplo ilustrativo — o layout muda um pouco entre distribuidoras (Copel, Enel, CPFL, etc.), e a cor e a posição de cada bloco variam bastante, porque a ANEEL padroniza quais informações a fatura precisa trazer, não o desenho dela. Mesmo assim, esses elementos aparecem em praticamente todas.

1. Sua conta de luz

Os dois números abaixo estão na conta, no mesmo lugar — é só copiar. São os itens ① e ② do exemplo.

O valor a pagar, em destaque no topo da fatura.

O kWh impresso nesta mesma conta (item ②) — não é a média.

2. Seu consumo ao longo do ano

Escolha um dos dois caminhos.

Por que esse número é tão importante?

É esse número que define o tamanho do sistema: quantos painéis, quanto custa e em quanto tempo se paga. Ele não vem impresso na conta — ou você já sabe a sua média, ou a plataforma calcula a partir do histórico de consumo, o item ③ do exemplo.

Já sei minha média

A média dos seus meses, não o kWh de uma conta só. Não sabe? Use o outro caminho.

ou

Não sei minha média

A plataforma calcula para você a partir dos 12 meses impressos na sua conta — e este é o caminho mais preciso.

🧮 Preencher os 12 meses

Copie os 12 valores do histórico de consumo da sua fatura — é o item ③ do exemplo lá em cima. Não precisa somar nada.

Preencha os 12 ou nenhum, em kWh. Com o histórico completo, o campo “Média de consumo por mês” é preenchido sozinho.

Preenchidos: 0 de 12.

O histórico costuma cobrir os últimos 12 meses corridos — use o nome do mês que aparece em cada barra do gráfico da sua conta para saber onde cada valor entra aqui.

3. Deixar o resultado mais preciso — opcional

Dá para simular sem preencher nada aqui: no lugar de cada campo vazio nós usamos uma premissa, e o resultado diz quando fez isso. Preenchendo, você troca a nossa premissa por um dado da sua conta.

A mais comum é a iluminação pública — na conta ela vem numa linha própria, terminando em “municipal” ou “distrital” (item ⑤ do exemplo). Não achou nenhuma? Deixe em branco.

Está escrito na sua fatura, geralmente na parte de cima, perto do endereço — é o item ④ do exemplo. Se não encontrar, pode deixar como está: usamos a ligação bifásica e avisamos isso no resultado.

Perguntas frequentes

O excedente de energia gerado é vendido para a concessionária?

Não. No modelo brasileiro (Lei nº 14.300/2022 e Resolução ANEEL nº 1.000/2021), você não vende energia à concessionária. O excedente gerado é convertido em créditos, em kWh, que abatem o consumo das próximas faturas por até 60 meses. Não existe transferência de dinheiro da concessionária para você — o que existe é uma redução no valor da fatura.

O que faz o inversor solar?

Os painéis geram energia em corrente contínua (CC), mas as tomadas e aparelhos da sua casa usam corrente alternada (CA) — a mesma da rede elétrica. O inversor converte a energia gerada de CC para CA, para que ela possa ser usada em casa e injetada na rede quando sobrar. Ele também desliga automaticamente o sistema durante uma queda de energia da rede, por segurança das equipes que fazem manutenção na rua.

Quem escolhe o painel e o inversor?

A plataforma. Ela confere, com os dados das folhas dos fabricantes, se cada painel do catálogo pode ser ligado ao inversor do tamanho certo — corrente e tensão, no frio e no calor — e, entre os que passam, fica com o de menor corrente, que é o que mais folga deixa para o inversor. No resultado, painel e inversor aparecem como referência técnica: modelos de outras marcas também servem, desde que respeitem os mesmos limites. Na prática, quem define a marca é a empresa que vai instalar.

De onde vêm os preços dos equipamentos e da instalação?

De uma pesquisa feita com milhares de empresas instaladoras de todo o Brasil, que mede o preço médio de sistemas residenciais já instalados: equipamento, mão de obra, projeto elétrico e homologação na distribuidora, tudo junto. Sistema pequeno custa mais caro por painel, porque boa parte do trabalho de instalar, projetar e homologar não diminui com o tamanho do sistema. São médias nacionais: o seu orçamento pode vir acima ou abaixo delas, conforme a região e o instalador. Mais detalhes em Painéis, inversores e preços.

O resultado da simulação é um orçamento fechado?

Não. A plataforma entrega uma estimativa técnica para ajudar você a avaliar a viabilidade do investimento — número de painéis, potência, economia esperada e tempo de retorno. O valor final pode variar conforme o telhado, a distância até o quadro de energia e o instalador escolhido, então vale sempre confirmar com um orçamento real antes de fechar negócio.

Ferramenta de dimensionamento fotovoltaico residencial — Trabalho de Conclusão de Curso

Irradiação solar: projeto POWER (Prediction Of Worldwide Energy Resources) do NASA Langley Research Center, financiado pela NASA Earth Science Division — power.larc.nasa.gov, licença CC BY 4.0. Localização: dados © OpenStreetMap contributors, licença ODbL. Municípios: códigos e nomes oficiais do IBGE. Fio B e distribuidoras: contém informações dos conjuntos Componentes Tarifárias, IndQual Município e Indicadores Coletivos de Continuidade, da ANEEL, disponibilizados sob a licença ODbL.